segunda-feira, 30 de maio de 2011

Dois terços dos imóveis terão de ser reavaliados

 Troika obriga a reavaliação geral até final do próximo ano.

Desde a reforma da tributação do património, em 2004, apenas 2,3 milhões de prédios, num universo de 7,8 milhões, foram objecto de uma reavaliação para efeitos fiscais. Isto significa que só um terço dos prédios paga imposto de acordo com os valores de mercado e que os restantes continuam a suportar um IMI anual muito mais baixo. 

Fonte: maisnegocios.pt

Bancos já leiloaram mais de 1.500 casas penhoradas este ano

2011 será um ano de recordes de leilões de imóveis penhorados. É o que revela o balanço dos leilões de imóveis penhorados pela banca, nos primeiros meses do ano.

Nos primeiros meses do ano, o número de imóveis penhorados cresceu drasticamente, e a tendência continua, segundo o "Jornal i".

O crédito malparado na habitação, que atingiu os 1,96 mil milhões de euros em Março, antecede e prevê a realidade dos leiloes de imóveis penhorados, num esforço dos bancos limparem os seus balanços do malparado.

O balanço não deixa margem para dúvidas e 2011 será um ano de recordes nesta prática.

Os bancos estão a tentar resolver a sua situação de crédito malparado com o lançamento de campanhas com preços mais baixos e crédito mais fácil, através da força das leiloeiras, de acordo com o “Jornal i”.

As zonas onde mais se verifica esta tendência são os subúrbios de Lisboa e do Porto. Os bancos estão, assim, a tentar resolver o seu problema com o crédito malparado e lançam campanhas de “oportunidades”, ou “saldos”, estabelecendo parcerias com empresas de mediação imobiliárias.

Nestes programas conseguem-se imóveis com descontos superiores a 30%, spreads mais baixos, financiamento a 100% e isenção de várias despesas. O objectivo dos bancos é apenas um: limpar os balanços da dívida em incumprimento.

A Luso-Roux e a Euro Estates são as duas leiloeiras especializadas neste segmento, e desde Janeiro já fizeram venderam 1550 imóveis. O calendário dos leilões até ao final do ano já está muito preenchido e desde o início do ano já foram realizados 22 leilões.

 Fonte: maisnegocios.pt

Reavaliação das casas pressiona subida de rendas antigas

Com todos os imóveis reavaliados no espaço de pouco mais de um ano, para efeitos de IMI, os proprietários de casas com rendas anteriores a 1990 vão passar a pagar mais imposto. A partir daí cai por terra aquele que era o principal factor de bloqueio para a utilização, por parte dos senhorios, do mecanismo de actualização de rendas: o receio de pagarem mais impostos. Se têm a parte má, os proprietários vão querer também a parte boa. Porém, os proprietários exigem uma actualização de rendas mais célere e "livre" do que a que está prevista na actual lei e o memorando de entendimento da troika vai nesse sentido.

Fonte: jornaldenegocios.pt

Avaliação bancária desce na Área Metropolitana

Em Abril, o valor médio de avaliação bancária na Área Metropolitana de Lisboa foi de 1396 euros /m2, correspondendo a diminuições de 0.4% face ao mês de Março e de 3.5% relativamente ao mesmo mês de 2010, revelou o Instituto Nacional de Estatística(INE).

De acordo com os dados do INE, o município de Lisboa manteve, em Abril deste ano, o valor médio de avaliação bancária mais elevado no interior das áreas metropolitanas. A avaliação bancária para a cidade de Lisboa ascendeu aos 1978 euros por metro quadrado.

Fonte: INE

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Revista PREMIER PROPERTIES - Junho/Julho

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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Formação "Qualificação Financeira" MAXFINANCE

Foi mais uma tarde de formação, desta vez nas instalações do INATEL na Caparica onde a MAXFINANCE representada pelo seu Director geral Dr. João Martins nos alertou e preparou para os novos obstáculos e desafios de um mercado em constaste mudança como o nosso.

Mais uma formação com o apoio da Remax Portugal onde é mais uma ferramenta para continuar o serviço de excelência aos nossos clientes.

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750 flyers de divulgação

Durante o dia de ontem, dia 24 de Maio de 2011 foram distribuídos 750 flyers na cidade de Setúbal referente aos seguintes imóveis:

T2  nas Manteigadas:
http://www.remax.pt/122191100-2

T2 na rua Celestino Alves:
http://www.remax.pt/122191100-8


Um serviço de excelência RE/MAX Trust.

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segunda-feira, 23 de maio de 2011

IMI sobe para 40% dos imóveis. Estado e Igreja estão isentos

A maior parte do património edificado de Portugal encontra-se nas mãos do Estado e da Igreja e está, por isso, livre de impostos. Cerca de 60% do imobiliário nacional está hoje isento do imposto municipal sobre imóveis (IMI), cujo agravamento está previsto no memorando assinado entre o governo português e a troika da Comissão Europeia, do Banco Central Europeu e do Fundo Monetário Internacional.

O aumento do IMI, medida concebida para reforçar as receitas das câmaras municipais e desincentivar a compra de casas e o endividamento das famílias, vai penalizar os privados e deixará de fora a maioria do património imobiliário do país.

Lisboa, por exemplo, é um espelho ampliado de Portugal: a Câmara Municipal, o Exército e o Patriarcado detêm cerca de 80% dos imóveis da cidade, estando no entanto as três instituições isentas do imposto.

Fontes da Câmara de Lisboa, que é a maior proprietária em termos absolutos na capital, adiantaram ao i que este imposto é cobrado pela autarquia e que não faz sentido pagá-lo a si própria.

O Ministério das Finanças esclarece que "o património afecto ao Ministério da Defesa Nacional para fins militares integra o domínio público militar, que é o caso do Exército. A gestão desse património é da responsabilidade das entidades afectatárias." As Finanças referem que "todos os imóveis inscritos na matriz, em nome do Estado, estão isentos de IMI - o que inclui os imóveis afectos ao Ministério da Defesa Nacional".

O Patriarcado de Lisboa, através do cónego Nuno Braz, esclarece que as igrejas e as residências patriarcais estão isentas de IMI ao abrigo da Concordata assinada em 2004 com o governo do então primeiro-ministro Durão Barroso. A Igreja Católica e o Estado acordaram que a primeira conservava os imóveis usados para fins religiosos, classificados como monumentos nacionais ou de interesse público. E que regularia todo o uso dos imóveis, cabendo ao Estado a sua manutenção. A Concordata estabeleceu ainda a total isenção fiscal sobre os rendimentos e bens desta instituição e a dedução fiscal nos rendimentos dos ofertantes.

O cónego Nuno Braz afirma que existem várias doações de imóveis à Igreja e que estes também estão isentos de IMI. Alguns destes prédios foram recentemente vendidos em Lisboa. Recorde-se que o Estado também esteve isento de contribuições para a ADSE e para a Caixa Geral de Aposentações, mas actualmente todos os serviços públicos contribuem para os dois sistemas.

Está também prevista no acordo assinado entre o governo e a troika a redução progressiva das isenções de IMI para quem compra casa pela primeira vez (os prazos actuais variam entre quatro e oito anos).

Este ano começa ser pago o IMI dos imóveis adquiridos em 2004, data em que foram criados o IMI e o imposto municipal sobre transacções, pela mão da então ministra das Finanças, Manuela Ferreira Leite. Nesse ano foram concedidos 18 260 milhões de euros em novos créditos à habitação. 
 
Fonte: blog.imobiliario.com