terça-feira, 15 de março de 2011

Formação sobre Negociação com Paulo de Vilhena

Mais uma tarde de formação com Paulo de Vilhena desta vez sobre Negociação.

Sempre a adicionar valor acrescentado ao nosso trabalho e ajuda preciosa no intuito de defender os interesses dos nossos clientes.

Obrigado Paulo.

Pedro Santos
92 637 0353

Preço da habitação recupera em Janeiro

O Índice Confidencial Imobiliário (Índice Ci) iniciou o ano de 2011 com uma ligeira recuperação, apresentando uma taxa de variação mensal a cifrar-se em 0,4%.

  • O Índice Confidencial Imobiliário iniciou o ano de 2011 com uma ligeira recuperação, evidenciando uma variação mensal de 0,4%
  • Na AM Lisboa, a performance foi semelhante, com uma valorização mensal dos preços habitacionais de 0,7% em Janeiro de 2011.
  • O Índice Confidencial Imobiliário utiliza como amostra a base de dados do site imobiliário LardoceLar.com, que reúne a oferta de mais de 500 mil imóveis de mais de 1.400 empresas de mediação imobiliária.
Ao longo do ano passado, o Índice Ci registou uma tendência geral para a queda, apesar de alguns momentos de crescimento, nomeadamente entre Maio e Setembro. 


A partir de Setembro, o valor do Índice começou a registar taxas de variação mensal negativas, com valores entre -0,3% e -0,1%. A taxa de variação homóloga em Janeiro de 2011 cifrou-se em 0,9%, mantendo-se, neste indicador, a tendência decrescente verificada desde Agosto passado.

Já em termos médios anuais, as variações têm reflectido crescimentos desde Abril de 2010, atingindo 1,8% em Janeiro de 2011, um valor que se mantém desde Novembro passado.

Segmentando por estado de uso, Janeiro foi um mês marcado também por uma performance positiva, com uma valorização mensal de 0,03% nos novos e 0,7% nos usados. Na performance homóloga, os valores, apesar de positivos, mantêm a tendência decrescente, atingindo os 0,4% nos fogos novos e os 1,1% nos fogos usados. Em Janeiro, as variações médias anuais foram de 1,4% na habitação nova e de 2,1% na habitação usada.

AM Lisboa valoriza 0,7% em Janeiro
À semelhança do que se verificou para o total do mercado habitacional do Continente, a Área Metropolitana de Lisboa (AM Lisboa) evidenciou, em Janeiro, um comportamento de valorização, com uma taxa de variação mensal de 0,7%.

No entanto, no caso desta região metropolitana, o Índice Ci havia já voltado ao terreno positivo no mês de Dezembro de 2010, após as variações negativas ocorridas em Outubro e Novembro desse ano.

A nota foi também de valorização quer na habitação nova quer na habitação usada, com o Índice Ci a crescer 1,0% no primeiro segmento e 0,6% no último, face ao mês anterior. No segmento dos fogos novos, o crescimento do Índice Ci verificou-se quer em termos homólogos quer em termos médios anuais, com valores, em Janeiro de 2011, de 1,5% e 2,2%, respectivamente.

Já nos fogos usados, a realidade é diferente relativamente às variações anuais. Em termos homólogos, a nota é de crescimento, com uma variação de 0,9%, embora abaixo verificado para os imóveis novos.

As variações anuais para os fogos usados iniciaram o ano de 2010 em campo negativo, com este cenário a inverter-se a partir de Maio com crescimentos entre 0,1% e 2,2%. Em Janeiro de 2011, apesar do Índice Ci continuar em terreno positivo, a taxa de variação anual desceu para os 2,1%.

FONTE: Confidencial Imobiliário

Encarar o mercado com pragmatismo e criatividade

Perspectivas 2011. Enfrentamos tempos difíceis. O país procura enfrentar as dificuldades com austeridade e contenção e os negócios e os cidadãos ressentem-se deste cenário. O que fazer? Lamentar a conjuntura e todos os factores e agentes que a potenciaram ou recentrar, reorganizar e recomeçar? Eu opto pelo segundo caminho, aquele a que chamo pragmatismo.

Não vale a pena lamentos que nada mudam nem protestes inconsequentes é preciso olhar de frente para as situações e encontrar soluções à altura.  

Esta é a nossa postura RE/MAX e a forma como queremos dar a volta ao estigma da crise que inibe mentes e projectos. 

Prefiro ser optimista e estudar a História: sempre houve crises e dificuldades que geraram novos paradigmas, novos mercados, novas formas de fazer as coisas, e as sociedades reergueram-se.

O mercado imobiliário vai ressentir-se desta conjuntura como se tem ressentido nos últimos anos.    

A décadas de crescimento, sucedem-se décadas de abrandamento a que se sucederão, a seu tempo, novos crescimentos. Significa isto que neste momento não há mercado? Que não há potencial de desenvolvimento do negócio, de crescimento? Todo o contrário.

O mercado existe e o potencial para crescer é enorme. Vejamos: cerca de 40% das transacções imobiliárias em Portugal ainda são directas ou seja, entre proprietários. Temos 40% de um mercado para conquistar. Quantos negócios podem dizer o mesmo?

Independentemente da quebra global de vendas - que virá, como veio nos últimos anos - existem ainda muitas transacções que se fazem à margem da mediação profissional e que são transacções que se vão continuar a fazer pela simples razão que as pessoas casam, mudam de emprego, têm filhos, divorciam-se, voltam a casar, mudam de terra, …

A conjuntura económica difícil é para o sector imobiliário profissional um factor de impulso. Estamos em contra-ciclo porque somos a solução para um problema: quando os proprietários não conseguem vender por si mesmos necessitam de apoio profissional; precisam de quem sabe.

A formação dos profissionais, o investimento em tecnologias, a criatividade entendida no sentido da capacidade para conhecer, compreender e dar ao mercado produtos/serviços que respondam às necessidades efectivas e às expectativas dos seus agentes, são factores fundamentais para que uma empresa, neste sector ou em qualquer outro, possa sobreviver e prosperar em situações conjunturais mais ou menos favoráveis.

Sou optimista por natureza e determinada. Sei que será mais difícil para aqueles que não encetaram este caminho antes – de aposta na formação, na inovação e no marketing - fazerem-no agora mas é verdadeiramente essencial que o façam nem que isso implique uma revisão profunda da sua presença no mercado.

O mercado será daqueles que melhor o conhecerem e que mais capacidade tiverem de se adaptar e de encontrar soluções. O mercado será daqueles que mais investirem na formação e qualificação das suas equipas. Daqueles que mais apostarem na diferenciação e na inovação das suas marcas. Daqueles que compreenderem que a motivação é um factor de resiliência espectacular.

Nada se consegue sem se acreditar que se consegue e por isso as empresas de sucesso têm de entender que a motivação, entrega e dedicação dos seus colaboradores é meio caminho andado para chegar onde se deseja.

Perspectivas 2011: o mercado existe, tem de ser bem trabalhado com inovação e muito profissionalismo. Temos perspectivas optimistas de crescimento se soubermos dar ao cliente aquilo que ele necessita: soluções, soluções anti-crise!

FONTE: Beatriz Rubio RE/MAX Portugal

 

segunda-feira, 14 de março de 2011

Maioria da população vive em vivendas

A maioria da população residente em Portugal vive em vivendas, ao contrário da média da União Europeia, que habita em apartamentos, e 14,1 por cento da população habita em residências sobrelotadas

 Segundo um relatório do Eurostat sobre as condições na habitação em 2009 na União Europeia (UE) divulgado esta quarta-feira, em Portugal 42 por cento da população vive em vivendas, 35,4 em apartamentos, 22 por cento em vivendas geminadas e 0,2 em edifícios que não estão preparados como habitações (como escolas).

 O mesmo estudo indica que a maioria da população da UE (41,7 por cento) vive em apartamentos, enquanto 34,3 por cento habita em moradias, 23 por cento em vivendas geminadas e 1,1 por cento noutro tipo de edifícios.

Entre os estados membros, os apartamentos são mais comuns na Letónia, as vivendas na Eslovénia e as vivendas geminadas na Holanda e no Reino Unido.

O Eurostat indica também que 14,1 por cento da população residente em Portugal vive em casas sobrelotadas, ou seja, habitações onde não existe pelo menos uma divisão por membro de agregado familiar.
Já no que diz respeito às condições das casas, o maior problema indicado pela população residente em Portugal são as infiltrações e humidade (19,7 por cento). 

A falta de iluminação nas habitações (8,6 por cento), a inexistência de banheiras ou chuveiros (2,7 por cento) e falta de sanitas internas (2,4 por cento) são os restantes problemas apresentados pela população residente em território nacional.

FONTE: IOL Diário

sexta-feira, 11 de março de 2011

Conselhos muito importantes para ter a sua casa vendida!

Os compradores tendem a inspeccionar a sua casa e também o bairro, realçando o que para eles é mais importante.

Torne a sua casa diferente e melhor!


Primeira Impressão:
Os compradores têm sempre uma previsão do que vão gastar com a pintura e eventuais reparações. É sempre preferível e vantajoso que prepare da melhor forma o seu imóvel para este ser mostrado. Só assim poderá conseguir o melhor resultado de venda em curto espaço de tempo e ao melhor preço do mercado.


A limpeza ajuda muito:
Analise pormenorizadamente todos os cantos da sua casa, dando uma limpeza geral. Um pequeno investimento numa boa limpeza fará com que a visita à sua casa seja um verdadeiro sucesso, conseguindo o melhor retorno para si.


Torne as divisões maiores:
Retire o mobiliário e os quadros em excesso, de forma a dar uma ideia de espaço e de maior amplitude. Poucos móveis “tornam a sua casa maior!”.

Ambiente convidativo:
Ligar o rádio com uma música ambiente e calma, acender velas aromáticas, darão à casa um agradável aroma, transmitindo um ar limpo e cuidado. Isto ajudará a que os potenciais compradores vejam o seu imóvel “com outros olhos”, e recordarão, com certeza, a sua casa ou pela música ou pelo ambiente envolvente.

Cozinhas e Casas de banho também vendem casas:
Verifique as torneiras e objectos do género e, no caso de ser necessário, repare-os minimamente. Mantenha estas divisões impecavelmente limpas.

Guarde apenas o necessário:
Acentue o real valor dos seus espaços de arrumos (despensas, arrecadações e garagens), talvez tenha agora a oportunidade para ficar apenas com as coisas que realmente fazem falta.

Deixe o Sol entrar:
Abra as janelas e os cortinados para mostrar como a sua casa é “alegre” e soalheira. Ligue todas as luzes da casa, mas certifique-se que as lâmpadas estão limpas, quando possível lave as janelas. Tudo isto pode aumentar a luminosidade da casa em 50%.

Atenção aos cheiros dos Animais:
Alguns compradores são bastante sensíveis aos cheiros de animais. Preferencialmente, no momento da visita mantenha o seu animal de estimação fora de casa. Nada deverá desviar a atenção dos compradores. Se um animal estiver constantemente a importuná-los será mais difícil prestarem atenção aos pormenores do imóvel. Retire, se possível todos os objectos relacionados com o seu animal (brinquedos, comedouros, bebedouros, camas, mantas, etc.), de forma a reduzir o cheiro e a evitar comentários desagradáveis por parte dos potenciais compradores.

Pedro Santos - RE/MAX Trust
92 637 0353

T2 na zona do Hospital com parqueamento e terraço

Sala com 22m2 com Ar Condicionado e com acesso ao terraço e à varanda.

Cozinha com 14,5m2 equipada com placa, forno e exaustor.

Casa de banho com 5m2 com banheira de hidromassgem.

Quarto com 13m2, pavimento flutuante, Ar Condicionado e roupeiro.

Quarto com 11.3m2 com pavimento flutuante.

Hall de entrada com tecto falso com focos de luz e roupeiro de duas portas.

Terraço com 27m2 com mesa em pedra e barbecue.

Parqueamento para uma viatura.

Marque já a sua visita:
Pedro Santos: 92 637 0353




quinta-feira, 10 de março de 2011

RE/MAX em maré alta

A Re/Max Collection facturou, em 2010, 80 milhões de euros. A responsável por esta marca e administradora da Re/Max concedeu uma entrevista à IMOBILIÁRIA onde faz o balanço do ano passado.

A RE/MAX Collection transaccionou imóveis no valor de 77,4 milhões de euros em 2010, o que traduz um crescimento de 9% face a 2009 e uma evolução mais positiva que o crescimento do próprio segmento residencial de luxo, começou por dizer.

E acrescentou: Creio que este resultado foi possível e é o reflexo da maior maturidade da marca RE/MAX Collection, do seu reconhecimento junto do mercado específico e da opção dos clientes pelos nossos serviços.

Em 2010 mantivemos a aposta na formação e qualificação dos nossos agentes especializados no segmento de luxo – que tem características e necessidades próprias – e no desenvolvimento de ferramentas de marketing premium bem adaptadas ao segmento. Tudo isto gerou reconhecimento e preferência, o que nos fez crescer.

Temos também de considerar que o segmento residencial de luxo é, por natureza, menos permeável aos efeitos da crise, e por isso constitui uma mais-valia importante que impulsionou um maior enfoque da rede neste mercado.

FONTE:  revistaimobiliaria.com.pt

terça-feira, 8 de março de 2011

RE/MAX é 3ª no raking do recrutamento nacional

O Expresso Emprego fechou o mês de Fevereiro com um total de 608 ofertas de trabalho publicadas.

O mês revelou-se favorável para os profissionais ligados ao marketing e vendas que reuniram uma importante parcela dos anúncios de recrutamento divulgados no mês de Fevereiro.

Engenharia e finanças foram áreas igualmente dinâmicas, quer no caderno impresso quer no sítio expressoemprego.pt.

Conheça então o TOP10 dos maiores recrutadores de Fevereiro no Expresso Emprego.

  1. Teleperformance
  2. Conteste Medical
  3. RE/MAX
  4. WeChange
  5. Alico
  6. Iota
  7. EDP
  8. IT Sector
  9. ERA
  10. ABB
FONTE: Expressoemprego.pt

Este ano a Primavera começa a 17 de Março

Este ano, a Primavera começa a 17 de Março, pelo menos no Noroeste da Península Ibérica e para o sector da Construção e do Imobiliário. É que, a 17 de Março, abrirá na EXPONOR a 7ª Edição da IMOBITUR, o primeiro grande salão imobiliário de Portugal, que tradicionalmente aparece com a Primavera.

A Feira do Imobiliário do Noroeste da Península Ibérica, cuja primeira edição teve lugar em 2005, afirmou-se, nestes sete anos, como uma reconhecida e consolidada plataforma de negócios imobiliários, que já gerou um volume total acumulado das sete edições de 700 milhões de euros.

A Associação de Profissionais e Empresas da Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) vai estar, mais uma vez, representada na feira, com um dos stands âncoras e a acolher os nossos projectos estratégicos, e também, algumas instituições, públicas e privadas, que connosco mantêm parcerias importantes.

Como também é hábito, aproveitamos esta festa da Primavera para organizarmos o nosso grande seminário a Norte, este ano com um tema central que andará à volta da necessidade que o sector sente de reerguer o Imobiliário, pela reabilitação urbana e não só, como um dos pilares da recuperação económica do país.

A IMOBITUR 2011 será também, palco da reunião da Primavera da Direcção da Confederação Imobiliária de Língua Oficial Portuguesa (CIMLOP), encontro que votará a entrada de novas associações empresariais, num alargamento que consolida a confederação, tornando-a mais forte nos desafios da globalização e da internacionalização.

Este ano, de facto, a Primavera começa a 17 de Março.

FONTE:  Luís Lima - Presidente da APEMIP



sexta-feira, 4 de março de 2011

350 flyers de divulgação ***Serviço de Excelência***

Durante o dia de ontem, 3 de Março de 2011 foram distribuídos 350 flyers na cidade de Setúbal referente aos seguintes imóveis:


Imóveis activos:

T1 na Rua Afonso Castro > http://www.remax.pt/122191100-7

Quinta em Cabanas com moradia T3 e com terreno com 5750m2 > http://www.remax.pt/122191100-9

T2 na Rua Celestino Alves > http://www.remax.pt/122191100-8

T2 na Av. Mestre Lima de Freitas > http://www.remax.pt/122191100-4


Imóveis vendidos:

T2 nos Jardins do Sado por 49 mil €uros
T3 na Nova Azeda por 128 mil €uros


Um serviço de excelência RE/MAX Trust.

Pedro Santos
92 637 0353